Lembro-me bem de como ria das minhas frases desconexas, dos cantos das paredes e do gato. Lembro-me que ria, uma gargalhada gostosa, sem pausas, de colocar as mãos na barriga e inclinar levemente o corpo para trás. E eu, com o meu típico sorriso de lado, observava e achava graça, tudo aquilo, como gargalhava pelas pequenas coisas. E eu estava feliz, muito feliz, apenas por vê-la sorrindo, gargalhando. Achava graça, e achava linda aquela sua gargalhada. E com o toque do telefone, despertei do meu sonho, e em menos de um segundo, já estava a quilômetros de distância de você, sem gargalhada, sem nada.
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Dedicação para dona da gargalhada: Clarissa Meneghetti, amada.
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